A Organização Mundial de Saúde estima que existem no Brasil aproximadamente 2,5 milhões de alunos superdotados. Segundo a legislação brasileira esses alunos devem receber um tratamento especial. Para tanto, em 2005, a Secretaria de Educação Especial (Seesp), vinculada ao MEC, implantou o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAHS) em todos os estados brasileiros. Porém, existem poucas salas de NAAHS no país, o que faz com que a maioria dos superdotados não recebam atendimento diferenciado, permanecendo em escolas de ensino básico apesar do seu potencial acima da média. (20/7 - Folha de Londrina; Opinião,3 - Paula Costa Bonini).