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A interação da escola como condição para enfrentamento da violência sexual infanto-juvenil

Debate em Francisco Beltrão-PR reforça o papel da escola como espaço de prevenção e proteção

A interatividade da escola com a sociedade é capaz de interferir de forma decisiva no enfrentamento e na prevenção à violência sexual. Com esta mensagem que o projeto Navegando nos Direitos participou em Francisco Beltrão-PR, de um debate no dia 21/05 com mais de 300 estudantes de pedagogia, educadores, conselheiros tutelares e outros atores do Sistema de Garantia de Direitos da rede local de proteção à criança e ao adolescente.

A atividade encerrou a semana de mobilizações pelo dia 18 – Dia Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-juvenil. Ao longo da semana foram realizadas sensibilizações nos colégios da rede local de ensino, debate com poder público do município, sensibilização da sociedade por meio de veiculação de repor5tagens, outdoors e material informativo sobre a temática.

A convite do Programa Sentinela de Francisco Beltrão a gestora do projeto Navegando nos Direitos, Lizely Borges, e a jovem participante do projeto Vanessa Magafá, ministraram a palestra aos participantes da atividade. A experiência do projeto Navegando nos Direitos, desenvolvido em Paranaguá-PR, foi relatada, com destaque para a interatividade da escola com os atores do Sistema de Garantia de Direitos.

A escola com a interação com Conselho de Direitos, Conselho Tutelar, Policia, Justiça, Família, Comércio e outros atores se constitui efetivamente, como espaço de prevenção e proteção, formação humana e social, atento as demandas sociais.

Relato da juventude

A jovem Vanessa relatou aos participantes as ações desenvolvidas pelos jovens em Paranaguá, como o Fórum de Jovens, o jornal Nossa Kra, as coberturas, as mobilizações nas escolas.

“Tudo deu certo fiz o que fui para fazer que era mostrar os meus conhecimentos e falar sobre o que os jovens de Paranaguá fazem”. Leia mais em Espaço Jovem

Vanessa destacou a importância da escola desenvolver práticas de envolvimento do estudantes em ações sociais. “ Falar para que eles façam que os jovens se interessem mais – porque é o papel do educador”, foi o recado da estudante.