Espaço Jovem  

Digo a você como foi mobilizar meu colégio no 18 de maio

Na semana de enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil - semana do dia 18 de maio - estudantes do Colégio Estadual Arthur Miranda Gomes realizaram encontro para os colegas do colégio. Os próprios jovens falaram sobre temas como abuso e exploração sexual, gravidez na adolescência e drogas, com apresentação de slides e cartazes. Foi um papo de jovem para jovem, que apesar das dificuldades na organização, do nervosismo e do medo em falar em público, trouxe o tema da violência sexual para o debate escolar. A comunicação também fez parte da ação.

Jéssica da Silva Miranda, 7ª série
”O mais difícil pra mim? Eu não sei, o nervosismo tomou conta, foi difícil explicar tremendo, com o pensamento em o que iriam achar do que eu falai, sei lá! Mas foi divertido e educativo, para mim foi uma experiência maravilhosa. Sei que um dia farei melhor”.

Naiara
“Foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida, apenas fiquei com medo de falar, mas deu tudo certo”.

Paula Roberta Gomes Alves, 7ª série
“Eu na hora fiquei nervosa, mas valeu a pena. Eu pude aprender muita coisa, eu não entendi muito o tema, tem algumas coisas que eu ainda não sei ainda, mas eu quero aprender mais. Para mim eu tive uma experiência boa, eu quero provar de novo essa maravilha!”

Ana Carolina de Almeida, 7ª série
“Eu nunca tinha filmado alguma coisa, mas foi uma experiência muito boa e gratificante”.

Vanessa Silva Magafá
“Eu achei que foi meio desorganizado, mas foi bem legal. No começo todos nós estávamos nervosos, mas depois todos se soltaram e falaram bem. No começo foi mais legal, apesar de estarmos mais nervosos os alunos prestaram atenção, depois já virou bagunça porque os alunos não paravam de conversar. Mesmo assim fizemos nossa palestra e todos nos aplaudiram. Gostamos muito”.

Alane Valente da Costa
“Foi muito corrido e suado, tudo que foi apresentado eu já conhecia, por ter casos parecido na família”.

Rohana Paula
“Eu achei um máximo. No começo fiquei nervosa, mas depois foi tudo tranqüilo. Gostei da experiência, foi um show. Meu maior medo foi esquecer tudo na hora e também foi de ficar lá na frente e rirem de mim. Quero fazer mais dessas experiências gostei muito. Esse é meu primeiro ano no projeto da Ciranda e pretendo ficar muito tempo, pretendo nunca sair”.